
BIOLÓGICOS
(E.T.B) ESTAÇÕES PARA TRATAMENTO DE ESGOTOS - O esgoto é o nome dado às águas empregadas ou servidas para manutenção do ser humano e que posteriormente são descartadas ou afastadas do seu ponto de utilização. Essas águas comumente são empregadas para alimentação, higiene pessoal e afastamento de dejetos.
O esgoto apresenta características altamente poluidoras devido a carga orgânica final, capaz de inutilizar curso e fontes de água natural e também pelo potencial de carrear doenças de veiculação hídrica, que em países principalmente subdesenvolvidos, são as maiores vilãs quando assunto é mortalidade infantil.
A natureza se encarrega de depurar grande parte do esgoto lançado nos corpos hídricos, porém devido ao aumento populacional do planeta, nossos recursos hídricos estão se tornando cada vez mais sobrecarregados, dificultando a autodepuração e comprometendo o abastecimento de água de qualidade.
Os sistemas de tratamento de esgoto fornecidos pela JR Ambiental aliam os eventos depurativos naturais com a tecnologia, agindo como catalizador e acelerando os processos de tratamento do esgoto. Existem várias tecnologias aplicáveis, porém todas envolvem a ação de microrganismos seja de natureza anaeróbia ou aeróbia.
Enfatizamos e sugerimos o fornecimento de sistemas aeróbios, os quais demandam um consumo energético maior, porém permitem melhor controle operacional, maior eficiência do esgoto final tratado, grande estabilidade de biomassa e o fator principal a ausência de metano e gás sulfídrico, este último extremamente irritante e tóxico formado nos sistema anaeróbios.
Além do tratamento de esgotos, os sistemas biológicos podem tratar efluentes industriais com grandes cargas orgânicas, como no caso de empresas alimentícias, de papel e celulose, têxtil, sendo que estes sistemas de tratamento biológico podem ser dotados de sofisticadas membranas de ultrafiltração tipo MBR, ou precedidos de tratamento terciário físico e/ou químico garantindo um efluente tratado final de excelente qualidade e propício ao reuso.

















